O Otávio Cordeiro me enviou há pouco este artigo e achei bem interessante! Acredito que os livros eletrônicos vieram para ficar, mas evidentemente haverá perdas como ocorreu na migração da música do vinil para o digital, por exemplo.
Concordo com muitos que ainda preferem o som do vinil em determinadas músicas, mas de forma alguma troco a simplicidade do processo digital pelo vinil. Não consigo mais me imaginar abandonando o iTunes para ouvir música usando o vinil ou mesmo o CD.
Nos livros digitais alguma coisa certamente se perderá no caminho da mesma forma. Porém hoje o Kindle e similares já resolveu o cansaço da vista com a tal “tinta eletrônica” e pequenos detalhes pode cada vez mais aproximar o moderno ao tradicional.
Por exemplo, ele cita no artigo a dificuldade de identificar o tamanho do livro e/ou capítulo. No iBooks da Apple, há um detalhe que, na minha opinião, faz falta no Kindle. No aplicativo da Apple é possível saber quantas páginas faltam para o fim do capítulo.
